Quotes

“Karam”, released on Cumbancha Discovery in October 2009, reached the second position in the World Music Charts Europe.

“A quiet tour-de-force. Djabaté´s musicianship is exceptional; his vocals have a genuine, unadorned grace.” (BillBoard)

“Karam has a persuasive Latin sway (think Cesária Évora) and island breeziness that help make the understated melodic hooks of the album one of the most attractive listens of the year. And one can hear shimmering echoes of the late Ali Farka Touré and Habib Koité, both fellow griots, in the bluesy guitar and supple phrasing.” (Boston Globe)

“The songs themselves are delicious creations, lulling, melodic, and even catchy to Western ears, Karam is a lovely addition to the canon of African music, and the wider introduction of an excellent talent. FOUR STARS.” (Allmusic.com)

“The album has hints of Portuguese saudade amid the cheery kora and balafón interplay. FOUR STARS.” (Financial Times)

“Un album d’une grande élégance mettant en valeur ses talents de chanteur, de balafoniste et d’arrangeur raffiné.” (Mondomix)

“Escritor de canções, vocalista, balafonista, guitarrista e crucial embaixador da cultura mandinga e guineense em Portugal e no mundo, Kimi Djabaté – é pacífico dizê-lo – é hoje um dos grandes artistas de palco a residir no nosso país, que também se tornou o seu, já há mais de uma década. Trata as suas canções com profunda noção de ofício, trabalhando-as com a precisão e o critério dos sérios e serenos. É filho de uma família secular de músicos, que se filiou na Guiné Bissau há mais de dois séculos, e é seu assunto vivencial, social e cultural tratar na forma de música as questões e resoluções de sempre e de hoje; a observação do mundo através da oralidade da música, algo que não tem como evitar tornar contemporâneo, sempre devidamente enriquecido por tanta tradição de o fazer. Contos sobre moral, ética, cidadania, honestidade, amor, família e as grandes questões existenciais. E mesmo que as palavras que lhe saiam da boca soem a ouvidos brancos como código, a transparência humana e emocional fala a língua de todos nós. Numa altura em que se dão os últimos toques para a edição do seu próximo álbum, podemos esperar várias canções dos seus anteriores ‘Terike’ e ‘Karam’, o último dos quais o seu primeiro álbum com boa distribuição a nível mundial, que lhe rendeu rasgadíssimos elogios da imprensa internacional, e uma constantemente preenchida agenda em palcos na Europa, América e Ásia. É com enorme prazer que o voltamos a receber no Jardim das Esculturas do MNAC, onde já nos ofereceu uma das grandes atuações que tivemos o privilégio de produzir ao longo dos anos para este ciclo.” (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado)